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domingo, 24 de julho de 2011

Obama na Disney World

Walt Disney World

Obama estréia na Disney World 

para comemoração do 4 de julho
                       
Um personagem do presidente americano Barack Obama fará sua estréia no sábado em um novo show do "Hall dos Presidentes" na Disney World, em Orlando (Flórida), como parte das celebrações do Dia da Independência dos Estados Unidos, anunciou a empresa. 
O espectáculo, que estava suspenso há oito meses por causa de reformas, reabre com a apresentação do personagem de Obama. Para criá-lo, os engenheiros da Disney tiveram a colaboração de funcionários da Casa Branca e do próprio presidente, que foi filmado e gravado fazendo um breve discurso. 
A figura de Obama é a mais dinâmica já elaborada pela Disney para este show, segundo a própria companhia. 
Os engenheiros de áudio e animação da Disney conseguiram desenvolver novas formas de integrar a voz, os gestos faciais e detalhes das roupas e da aparência do novo rpesidente, que agora tem seu espaço entre discursos históricos de Abraham Lincoln, George Washington e outros 
presidentes mais recentes. 
Kathy Rogers, chefe de produção do departamento de engenharia de imagens da Disney, explicou que o espectáculo reflete principalmente a força do vínculo entre a população e os presidentes, que permitiu ao país "avançar nos tempos mais difíceis de nossa história".
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Disney lança projetos voltados ao Brasil


A The Walt Disney Company, lançará novos projetos para o Brasil, em finalização total num período de 5 anos.O projeto é o maior já lançado fora dos EUA. Veja o que a Disney traz para o Brasil, até 2013:                                                               The Walt Disney Company Brazil Incorporation: Entrará no lugar da Walt Disney Brazil, tirando esta de categoria anexada a The Walt Disney Latin America, criando um novo braço empresarial e independente. A nova "Disney Brazil" será a alta cúpula de um grupo de empresas, que seguirá o molde da matriz e original americana. A The Walt Disney Company Brazil Inc., será sediada em Curitiba.                                                                          Disney Channel Brazil:Será um canal baseado no Disney Channel americano. Os programas, comerciais e especiais dedicados a América Latina saírão da programação. O centro de programação e transmissão, e os estudios serão transferidos para Curitiba, se tornando independente da sub-sede latinoamericana na América do Sul, em Buenos Aires. O programa feito para a América Latina, Zapping Zone saíra da programação, dando lugar a versões brasileiras dos programas do Disney Channel americano.                       Disney Channel Brazil On Demand:Novo canal com vídeos sob demanda, exclusivos ou não da Disney.                                                                  HBO Brazil - Channel Network:Nova controladora das transmissões dos canais por assinatura da rede HBO, CineMax, MaxPrime, E! Entertainment Televison, A&E Mundo, The History Channel, The Biographic Channel. Além de possuir os canais HBO HD e HBO On Demand. O centro de transmissão será na Disney Area, em Curitiba.                                                                         American Broadcasting Company Brazil - ABC Brazil:Canal aberto em High Definition, moldado com a qualidade e programação do original com características nacionais. Primeiro canal da ABC no continente americano fora dos Estados Unidos, e segundo no mundo. Estúdios localizados no Complexo Disney-ABC Brazil na Disney Area, em Curitiba.                                 American Broadcasting Company Family Brazil - ABC Family Brazil:Canal pago dedicado a família, programação igual ao do original.                                ABC News Brazil Televison:Canal pago de notícias do Grupo Dinsey-ABC Brazil.  Rádio Disney Brazil:Rede de rádio disponível nas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Goiânia e Salvador. Com sede em Curitiba.                                             Rádio ABC Brazil:Rádio disponível na cidade de Curitiba.                              Buena Vista Brazil/Disney Pictures:Complexo cinematográfico localizado na Disney Area. Responsável por séries e filmes, além de suas distribuições e dublagens dos filmes da Buena Vista/Disney Pictures International.                   Walt Disney Parks & Trip Brazil:Controladora do parque, dos navios de cruzeiro e clubes em território brasileiro.                                                              DisneyLand Resort Brazil:Parque de diversões ao estilo DisneyLand California, localizado na Disney Area, em Curitiba.                                                   DisneyClub Rio:Resort localizado no Rio de Janeiro.                                    DisneyClub Bahia:Resort localizado na região de Porto Seguro.                        DisneyClub Forest:Resort localizado em Manaus.                                                Disney CruiseLine - Park Way:Área com saída e parada obrigatória para os cruzeiros da Disney Brazil e Disney International CruiseLine. Localizado no porto de Paranaguá, litoral paranaense.                                                          Disney CruiseLine - Santos:Área com saída e parada obrigatória para os cruzeiros da Disney Brazil. Localizado no porto de Santos, litoral paulista.         Disney CruiseLine - Rio:Área com saída e parada obrigatória para os cruzeiros da Disney Brazil e Disney International CruiseLine. Localizado no porto do Rio de Janeiro.                                                                                                      Disney CruiseLine - Bahia:Área com saída e parada obrigatória para os cruzeiros da Disney Brazil. Localizado em Porto Seguro, litoral baiano.                   Disney Area:Complexo onde localiza todas as sedes das empresas do The Walt Disney Company Brazil Inc. O complexo é formado por três edifícios comerciais, o Complexo Disney-ABC (onde ficam os estúdios de televisão e rádio, e quinze cidades cenográficas), oito campos de torres de transmissão, dois centros de distribuição, dois resorts o grande parque temático.
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Disney pode desenvolver games para iPhone


A Disney adquiriu a Tapulous, uma companhia que desenvolve games para iPhone e iPad. A compra da empresa deve indicar a entrada da Disney no mundo do entretenimento móvel.
Bart Decrem, fundador da Tapulous, deve se juntar ao grupo da Disney como vice-presidente. Os termos financeiros da aquisição não foram revelados.
Em breve, a App Store deverá estar recheada de mais algumas boas 
opções de games. 
Tapulous

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Walt Disney Pictures retoma projeto de 

King of the Elves


Estúdio contratou roteirista e diretor para projeto que existe desde 2008.
Walt Disney Animation retomou o projeto de “King of the Elves“, e já contratou Michel Markowitz ( do inédito “Quero Matar Meu Chefe”) para escrever a nova versão do roteiro. O filme é uma adaptação do conto de Philip K. Dick sobre um homem do delta do Mississippi que salva um grupo de elfos das ameaças de um troll e acaba sendo nomeado rei das criaturas. Outras obras de Dick já serviram de base para filmes, entre eles “Minority Report – A Nova Lei”, “O Vidente” e “Os Agentes do Destino”.
Para a direção, o estúdio chamou Chris Williams (“Bolt- Supercão”). O projeto de “King of the Elves” está em desenvolvimento pela Disney desde 2008, e a intenção era lançá-lo em 2012. Porém, depois que John Lasseter assumiu o cargo de direção criativa do estúdio, em 2006, o projeto foi paralisado para revisão do roteiro. Com o cronograma da Disney cheio de estréias para o próximo ano, a história dos elfos deverá ficar para 2013, depois do lançamento de “Monsters University”, prequela de “Monstros S.A.”.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Disney pode perder Mickey... será?

Aquarela do Brasil versão Disney

Este video ilustra esta linda música numa versão animada dos 
personagens da Disney no Rio de Janeiro, é bem legal...  
Confiram...


A Disney pode perder Mickey

A história por trás da mais incrível disputa por direitos autorais de todos os tempos...

 Reprodução

Mais reconhecido do que Papai Noel: 
 Mickey vale mais de US$ 3 bilhões
O camundongo Mickey é o personagem mais "reconhecível" da história da ficção – mais até do que Papai Noel, de acordo com pesquisas. Analistas dizem que, se um dia, Mickey resolvesse sair da Disneylândia, onde vive com outras criações de Walt Disney desde 1928, o ratinho não faria isso por menos de US$ 3 bilhões – é este o valor estimado do personagem. 

É difícil imaginar que a Walt Disney Co., a mesma empresa que transformou os primeiros traços em preto-e-branco de Mickey num império, seria capaz de se atrapalhar na hora de proteger sua propriedade intelectual mais valiosa. 
Mesmo acautelados pela ação oportunista de um distribuidor que os fez perder o coelho Oswald, nos primeiros anos da Disney Cartoons, os irmãos Walt e Roy se enganaram na redação de um documento e criaram uma dubiedade que pode ser explorada na Justiça, transformando Mickey em domínio público. 

O Mickey que pode cair em domínio público não é, entretanto, a versão moderna do camundongo. É uma versão primitiva do personagem, que pode ser vista na animação Steamboat Willie, de 1928, o primeiro desenho animado com som sincronizado da história e o mais importante tesouro da Disney. 

O documento que pode ser explorado pelos defensores de um Mickey livre é o cartão com as informações que introduzSteamboat Willie

 Reprodução
       A versão antiga de Mickey em Steamboat Willie: uma brecha pode                tornar este desenho um domínio público  

“Disney Cartoons apresenta: 


Um desenho sonorizado De Mickey MouseSteamboat Willie Um cartum de Walt Disney Por Ub Iwerks Gravado por Cinephone Powers System Copyright MCXXIX.” 

De acordo com a lei vigente na época, o dono dos direitos de uma obra teria que vir logo ao lado da palavra "copyright" ou do símbolo ©. Teoricamente, qualquer um dos três – Ub Iewrks, primeiro parceiro de Walt Disney, a produtora Cinephone Powers System ou Walt Disney –- poderiam reclamar os direitos pelo desenho de Mickey. 

Quem descobriu esta brecha foi um americano de 51 anos chamado Gregory Brown, um ex-funcionário do centro de documentação da Disney. Sua astúcia se deve mais à necessidade do que outra coisa. Brown observou esta inconsistência enquanto procurava provas para se inocentar de um processo movido contra ele pela própria Disney. Revirando a papelada dos irmãos Disney, Brown descobriu que os direitos sobre uma animação estrelada por Mickey, de 1933, não foram renovados. Brown criou uma empresa para vender reproduções das células de animação do tal desenho para fãs. Foi processado, porque Mickey era propriedade intelectual da Disney. 

O juiz declinou a tese de Brown, e obrigou-o a arcar com os custos do julgamento, US$ 500 mil. Ele tinha US$ 20 mil, e foi isso o que a Disney levou. 

Mas o caso não acabou ali. Um estudante de direitos autorais chamado Douglas Hedenkamp criou um documento que questiona o "excesso de ambiguidade" nos cartões de copyright que precedem as animações. Ele até confrontou os representantes da Disney com seu texto. Foi orientado a não divulgar suas descobertas pelo conselheiro legal Lous Meisinger. A Disney já processou três creches na Flórida porque elas usaram desenhos da Disney nas paredes, e também um casal que promovia festas infantis onde eram usadas fantasias do burrinho Bizonho, do desenho Ursinho Pooh. 

A luta da Disney para proteger suas criações já criou polêmica antes. O desenho Steamboat Willie já quase se tornou domínio público muitas vezes, mas a lei americana era alterada na última hora e o desenho ficava mais alguns anos protegido. Nos Estados Unidos, o desenho é propriedade da Disney até 2023. 

É pouco provável que um júri transforme a primeira encarnação de Mickey em domínio público, embora esta definição tenha respaldo legal. 

Quando perguntado pelo jornal Los Angeles Times sobre o caso do aluno de direito que questionava o caráter dos direitos autorais de Mickey, o ex-advogado da Disney, que hoje é juiz na Califórnia, disse: “Tudo tem que cair no domínio público algum dia”. 




sexta-feira, 10 de junho de 2011

Disney - Rio de Janeiro/Brazil


Projeto da Disney-Rio ganha força com a Copa 2014 e Olimpíadas 2016

Confiram !!!

Parque, que custaria mais de R$ 1,5 bi, poderia ser financiado por investidores e manteria fluxo de turistas depois dos eventos...


Em um artigo publicado no livro “Rio - A Hora da Virada”, que acaba de chegar às livrarias , o economista e diretor do BNDES, Fábio Giambiagi, e o engenheiro Lucas Ferraz, criador do site Clube Brasileiro de Montanhas-Russas, mostram que a Rio-Disney é um sonho viável e que o projeto poderia ser uma “peça-chave na manutenção do turismo gerado pelos eventos esportivos nos próximos anos. “
O projeto de trazer a Disney para o Rio de Janeiro vem ganhando mais e mais defensores. A inauguração de um parque de diversões da grife americana é considerada por especialistas uma das melhores alternativas para aproveitar, no futuro, os investimentos que estão sendo feitos em infraestrutura na cidade para a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016.
“O Rio precisa começar desde já a se planejar para o pós-2016”, afirmam os autores. Na América Latina, o Rio de Janeiro é a cidade mais mais conhecida, assim como são as marcas Nova York, Tóquio, Paris ou Barcelona.
A Disney vem se expandindo internacionalmente desde os anos 80 e é provável que comece a incluir a América Latina em seus projetos. “Sabe-se que os parques de Orlando estão buscando novos horizontes, em novas terras”, afirmam os autores.
A Disney já possui cinco parques fora dos EUA, dois na França, dois no Japão, um em Hong Kong, e está construindo mais um na China, em Xangai.


Viabilidade econômica

Outros grupos americanos de parques de diversão também estão buscando negócios no exterior. A Universal Studios já abriu parques no Japão (2001) Cingapura e Dubai (2010) e está construindo um complexo na Coreia do Sul, que está orçado em US$ 2,7 bilhões e deve ser inaugurado em 2014. O Sea World está prospectando projetos na China e Sudeste Asiático.
O investimento para construção de uma Disney no Rio, porém, seria de bilhões de reais. De acordo com estudo feito pelos autores, estima-se que os parques de Paris e Hong Kong tenham custado entre US$ 1 bilhão (R$ 1,5 bilhão) e US$ 1,5 bilhão (R$ 2,3 bilhões), sem considerar toda a infraestrutura em torno dos empreendimentos, como hotéis, lojas, centros de convenções e campos de golfe.
Mas, via de regra, não é a Disney quem entra com os recursos para bancar a construção dos projetos. A multinacional, por exemplo, não desembolsou um único centavo para construir a Disney de Tóquio, inaugurada em 1983. O projeto custou US$ 750 milhões e os recursos vieram da Mitsui Estate Development e Keisei Electric Ry. Co.
A Walt Disney Company receberá 10% de royalties sobre os ingressos e 5% sobre as vendas do parque japonês até 2024, o que lhe garante uma a entrada de US$ 25 milhões em seus cofres por ano.
Locais para a Disney-Rio
Ferraz e Giambiagi destacam três locais onde a Disney-Rio poderia ser construída, tomando por base o tamanho dos parques no exterior.

Outro local seria Guaratiba, após a descida da serra, que comportaria um resort do tamanho da Universal Studios do Japão. O local é próximo à Av. Brasil.Um dos locais possíveis seria uma área na Barra da Tijuca, próxima à avenida Ayrton Senna, que seria de fácil acesso para vem da Zona Norte quanto da Zona Sul. O terreno comporta um resort do tamanho do complexo da Universal Studios de Orlando.
O terceiro local proposto pelos autores ficaria no município de Itaboraí, a cerca de 40 Km do centro do Rio, no encontro das rodovias BR-101 e RJ-116.
Locais mais visitados no mundo
Marca Rio é conhecida e teria poder de atração para Disney






O poder de atração dos parques de diversão da Disney é inquestionável. Em uma lista dos 10 lugares mais visitados do mundo, elaborada pela Forbes Travel, o Magic Kingdon da Disney, em Orlando, figura em terceiro lugar. Só fica atrás da Time Square, em Nova York, e do National Mall & Memorial Parks, em Washington.
A Trafalgar Square, em Londres, aparece em quarto no ranking e, abaixo dela, está a Disneyland Park, na Califórnia , à frente das Niagara Falls, no Canadá.
Outra Disney ainda aparece na lista dos 10 lugares mais visitados: o parque de Tóquio, que está em oitavo lugar.